segunda-feira, agosto 24

Encontro Mídia Cidadã (e a obrigação de comer pizza)

 

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Causos do passado: quando estava fazendo jornalismo (acho que foi nessa época), fizemos uma vaquinha pra comprar um presente de casamento pra uma colega nossa. Daí, na loja de presentes, ficamos na dúvida se comprávamos ou não um conjunto de pratos bem bonitinho, escrito Pizza do lado de dentro (daí você vê a enorme quantia de dinheiro recolhido). Quem convenceu todo mundo foi um dos colegas que, extremamente filosófico, refletiu: “Mas isso dá uma obrigação de comer pizza"!

Conto isso porque tava olhando a programação do evento que acontece depois de amanhã, quarta-feira, 26 de agosto, o Rendez-vous des médias citoyens (que promete ser bem bacana) e vi que eles anunciam assim a pausa do café: “Pause et réseautage”. Réseautage significando a construção de redes sociais, ou networking.

Não sei, mas isso me incomoda um pouco… Tipo… Dá uma obrigação de conhecer pessoas! E isso sempre foi, pelo menos na minha humilde opinião, uma coisa tããããão natural em coffee breaks… Bem, a explicação do Zé é que aqui as coisas têm de ser bem determinadas, enquadradas (cada um no seu quadrado?), com hora de dar tchau e tudo mais…

Enfim, minhas frescuras à parte, o evento é gratuito, com vagas limitadas (mas ainda tem). E me parece que vai ter bastante gente interessante por lá.

domingo, agosto 23

Lendas do Québec – parte I

Peguei um livro super bacana na biblioteca, o “Légendes du Québec: un héritage culturel”, de Jean-Claude Dupont, Les Éditions GID, 2008.

Adoro lendas e mitos, e achei que ia ser legal compartilhar algumas dessas histórias. Mas vou por partes, conforme sigo com a leitura, ok?

Ah, e a tradução é completamente livre.


A mais famosa de todas: a lenda da Chasse-Galérie


No meio da floresta, na noite de natal, com a cabana coberta de neve, um bando de caçadores– que ali estavam havia vários meses – embriagados com rum, resolvem fazer um pacto com o diabo em troca de uma rápida visita à cidade e, principalmente, suas mulheres. No negócio, eles só perdem a alma se pronunciarem o nome de Deus ou se tocarem em um crucifixo.

Eles colocam a canoa em cima de um monte de neve e chamam o capeta, com as seguinte palavras:

“Satan, roi de l’enfer, nous promettons de te vendre nos âmes si d’ici six heures du matin nous prononçons le nom de Dieu, ton maître et le nôtre, ou si nous touchons une croix. À cette condition tu vas nous porter, à travers l’espace, où nous voudrons aller et tu nous ramèneras sains et saufs ici. Acabris, Acabras, Acabrum! Fais-nous voyager par-dessus les montagnes!”

E eis que a canoa levanta vôo! Eles vão, festam, bebem, se acabam. Na volta, um deles (aqueles tipinhos que bebem e viram macho pra dedéu) começa a praguejar contra tudo e contra todos. Até começar a blasfemar contra Deus. Aí, a canoa despenca, todos morrem e têm suas almas carregadas para o inferno, onde vão queimar por toda eternidade…

(Adaptação básica do mito: seria legal se isso acontecesse com todo caçador %&*#$%, praticante de rodeio, apostador de rinha e coisas cretinas afins)

O fantasma do campo de trigo (Le fantôme du champ de blé)

Em meados do século 19, houve um tempo de muita pobreza, as batatas não vingavam e não se conseguia vender o trigo. Magloire era o herdeiro de uma terra que a família vinha cultivando fazia gerações. Mas, por causa da crise, Mag resolveu ir trabalhar nos EUA pra juntar um dinheiro e depois voltar e salvar a plantação de seus ancestrais.

Um dia, o fazendeiro vizinho recebeu uma carta de Magloire, dizendo que não voltaria mais dos Estados Unidos e oferecendo as suas terras por um bom preço. Pensando em ali estabelecer os filhos, o vizinho, québécois de fé, comprou as terras.

No dia da primeira colheita, os rapazes testemunharam algo assombroso: o aparecimento, em pleno campo de trigo, do velho François, avô de Magloire. Ele parecia apreciar o campo que cultivara com tanto amor e que fora abandonado pela descendência traidora.

E até hoje, quando é época de colheita, ao menos uma missa é cantada pelo repouso da alma do velho François…

sexta-feira, agosto 21

Estudar no Québec


Quem tá considerando a idéia de voltar pra escola quando chegar aqui vai ter como maior problema o excesso de opções. Tem curso de tudo que se possa imaginar.

Aqui está um quadro do sistema educacional no Québec. Vou dar uma pincelada no que rola, mais ou menos, depois do estudo secundário.

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Depois do segundo grau, a moçada aqui vai ou pro Cégep (Collège d'enseignement général et professionnel) ou pra universidade. Ou pros dois. Até o cégep, o ensino é gratuito. Na universidade é preciso pagar.

O ensino universitário é fácil de entender: primeiro ciclo é o bacharelado, segundo ciclo é o mestrado; e terceiro ciclo é o doutorado. As universidades também oferecem uns cursos que chamam de certificat, mineure e majeure. Ainda não descobri o que são exatamente.

Nos cégeps, a coisa fica mais enrolada. Mas, por sorte, na francisação do Zé, uma senhora que é conselheira pedagógica da Université de Montréal foi explicar direitinho a coisa. Vamos aos principais diplomas que são possíveis de se obter nessas instituições:

· DEC (diplôme d’études collégiales) de formation générale (pré-universitaire) – curso tem duração de dois anos e dá acesso aos estudos universitários de primeiro ciclo;

· DEC de formation professionnelle – curso mais técnico, dura três anos e dá acesso direto ao mercado de trabalho ou, se o estudante desejar, ao primeiro ciclo universitário.

Para verificar as datas de inscrição nesses cursos, que acontecem em até três etapas (ou três ciclos, como preferem dizer aqui), é preciso visitar o site do SRAM (Service Régional d'Admission du Montréal Métropolitain).

Para adultos, a formation continue

Existem formações especialmente desenhadas para adultos, ou seja, um público que já estudou antes, já tem o DEC générale ou equivalente, mas quer voltar pra escola. E é aqui que imigrante fica doido. São uns cursos de dar água na boca, que são oferecidos ou pelos Cégeps (o que, nesse caso, não significa mais gratuidade) ou então por instituições privadas.

O carro-chefe da formação adulta é o AEC (attestation d’études collegiales), que tem duração variável (dependendo dele ser oferecido em tempo parcial ou tempo completo) e oferece uma grade bem específica mesmo, totalmente voltada para o mercado de trabalho.

Outra opção interessante na formação contínua é o DEC intensif, que é como o primeiro DEC, só que com uma grade mais objetiva e que leva em torno de 16 meses para ser completo.

Uma outra história: o DEP (Diplôme d’Études Professionnelles)

Com o DEP, você pode se tornar plombier (encanador) e ganhar muita grana. Também dá pra se tornar cabeleireiro, esteticista, técnico de usina, assistente de dentista, mecânico de automóveis, etc., etc. e também ficar numa boa. Uma lista completa com todos os cursos (não são gratuitos, mas são geralmente bem em conta, e oferecidos em período noturno, daí dá pra trabalhar enquanto estuda), você encontra no site da Commission Scolaire de Montréal.

Onde encontrar os cursos e como pagar (ou não)

Muito cégeps oferecem cursos inteiramente financiados pelo Emplois-Québec, como esse exemplo aqui. Se você se interessou por uma formação dessas, terá de ir obter a benção de um conselheiro em emprego. Como contei em post anterior, isso pode ser uma aventura das mais desagradáveis.

Os cursos pagos e sem Emplois-Québec pra dar aquela ajuda, podem ser financiados pelo programa de Prêt & Bourse do Québec, seja DEP, AEC, DEC, ou estudo universitário de qualquer ciclo. Inclusive, no final do formulário de solicitação do P&B, consta uma lista (quase) completa de todas as instituições e programas de estudos devidamente credenciados junto ao Ministério da Educação. Acesse aqui o documento e vá até a página 29 do pdf.

Quem se interessar por cursos oferecidos por instituições privadas (exceto universidades) deve verificar qual o tipo de ajuda que pode receber. Explicando: prêt é empréstimo, e deve ser pago depois de terminados os estudos; bourse é presentinho do governo, pra ajudar a sobreviver, e não precisa ser pago depois. O que acontece é que, estudando em escolas privadas subsidiadas, dá pra pegar prêt e bourse; nas outras, só o prêt e olhe lá. Por incrível que pareça, a melhor lista diferenciando os dois tipos que consegui encontrar está na Wikipédia.

Outra observação importante: as universidades geralmente têm suas próprias formas de avaliar o histórico escolar do candidato. Para o ensino regular nos Cégeps, também dá pra solicitar a avaliação pela equipe do SRAM. Nesses dois casos, só a tradução juramentada dos diplomas e históricos já resolve (apesar de que é preciso pagar por cada uma dessas avaliações separadamente). Já para os cursos de formação contínua, normalmente é solicitado que seja apresentada a avaliação comparativa de estudos que, não custa lembrar, demora um tempão para ficar pronta.

Inicia-te na cabala da educação

A impressão que tenho aqui é que a cada lugar aonde vou há mais e mais informações praticamente secretas. Então, primeira lição da mestre Claudia: não acredite em nada do que escrevi aqui, pois está ou potencialmente errado ou cheio de lacunas.

Se, como eu, você não é iniciado, siga o conselho de um amigo nosso e pegue sempre a mesma informação pelo menos três vezes. Elas sempre vão variar (se não se opuserem), e daí faça a média e tire suas próprias conclusões.

Pense no que pode dar errado e pergunte. Exemplo: tava me informando sobre o meu prêt & bourse que fora recentemente liberado e, do nada, me veio a idéia de perguntar se podia ser conta conjunta pra receber a grana do governo. Óbvio que não pode, cara-pálida. Mas isso tava escrito em algum lugar? Não que eu tenha visto...

Outro conselho: quando for pegar informação, leve impresso o que você viu na internet. As chances são grandes do funcionário que te atender, mesmo sendo da mesma instituição, nada saiba da existência do assunto a ser tratado. Principalmente se for do Emplois-Québec.

E o que vou estudar?

Isso é assunto pra outro post... Ou acharam que eu ia contar tudo assim de uma vez?

segunda-feira, agosto 17

Primeira saída de Montréal


Desde que chegamos, seis meses atrás, não tínhamos saído nenhuma vez de Montréal. No sábado passado, sob o inacreditável calor escaldante que anda fazendo por estas paragens, fomos com os amigos Márcia e Flávio dar uma volta pelas cidades aqui próximas de Magog e Sherbrooke.

Magog é uma cidade pequena, com pouco mais de 24 mil habitantes, e turística. No inverno, é destino pra quem gosta de ski. No verão também dá pra subir a montanha (não sei se é montanha ou monte) de teleférico e curtir a paisagem.

Já Sherbrooke tem universidade e usina hidrelétrica. Também tem uns prédios antigos lindos, mas dos quais mal dá pra tirar foto, com tanta fiação feia estendida em frente. Ah, e tem esse painel muito simpático onde dá pra tirar fotos fazendo palhaçada…

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Nem só de neve vive o Québec…

Eu não queria acreditar quando me contaram, mas faz um calor infernal aqui nessa terra. Mas demos sorte: os vizinhos deram a dica e o Zé foi num garage sale que tava rolando no domingo e comprou um ar condicionado pra gente. Pagou 50 dólares por um aparelho de 8.000 BTUs.

A instalação do ar é uma piada. Sabe aqueles buracos na parede que a gente tem em tudo quanto é apê e casa no Brasil? Aqui não tem não, pelo menos não vimos (pode ser que em bairros mais chiques até tenha, não sabemos).

Como fizemos? Imitamos a vizinhança: encaixamos o aparelho na janela e tapamos o resto do buraco com uma placa de acrílico mais papelão. A cortina, do lado de dentro, ganhou pregadores de roupa pra continuar tapando a luminosidade sem incomodar o (maravilhoso) ar frio. Fica bem com cara de cortiço mesmo, mas calor pra dormir não passamos mais…

quinta-feira, agosto 13

Eu queria uma camiseta escrita Wander Wildner!


Sábado passado (dia 8 de agosto), a cidade onde morávamos, Campo Grande (carinhosamente conhecida como Big Field) foi palco de algo insólito. Algo tão atípico que fez com que, aqui de Montréal, eu e Zé praticamente cortássemos os pulsos de inveja.

Wander Wildner esteve por lá apresentando as músicas do disco novo e os grandes sucessos da carreira. Se você nunca ouviu falar dele é porque, além de não-gaúcho, também foi vítima da ridícula indústria fonográfica brasileira que não dá muito espaço pra coisa boa. Eu mesma só fui conhecer o cara quando casei com o Zé, e virei fã. Aposto que o Leopoldo também gosta, mas isso não tenho como afirmar com certeza.

Só pra ilustrar, taí um clipe do poeta:

Show de Wander Wildner em Big Field soa estranho aos nossos ouvidos porque, bem, tal como o nome, a cidade é um campo beeeeeem grande, com bastante boi, vaca, cavalo… Nada contra, vivi lá muitos anos, mas a cena musical na região é meio que dominada pelo sertanejo comercial, com pitadas de axé e pagodinho, gêneros que detesto profundamente com todas as minhas forças.

A coisa tá mudando, pelo jeito. Wander Wildner em Big Field é um sinal bem radiante de que o esforço da galera rock n’roll tá valendo a pena. Um desses heróis é o amigo Rodrigo Faleiros, músico da banda Jennifer Magnética, que teve a honra de tocar com o homem.

Enchi muito o saco dele pedindo que pegasse um autógrafo de Wildner pra nós. E não é que o inspirado teve idéia melhor???? Veja só:



(Se o vídeo não aparecer, siga esse link)

Queria ter fotografado a cara de pasmo do Zé. Rodrigo, obrigada!!!

Wander Wildner, você é um dos melhores músicos que o Brasil já produziu!!

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Conteúdo add em 16 de agosto:

Taí um pouquinho da apresentação em Campo Grande, no Bar 21:



terça-feira, agosto 11

Mais um susto com o Poldão

 

É minha gente, o prejú desse vez foi de 371 dólares…

Leopoldo teve uma reação alérgica feroz, coisa que vinha escalando fazia um tempo. Daí no sábado, durante o passeio, ele deu sinal de dor mais forte. À noite, já não conseguia encostar direito nele. Como o bichinho não tinha nenhum outro sintoma mais grave (urina e cocô ok, comendo bem, sem febre), prefirimos ficar observando no domingo (até porque o hospital veterinário 24 horas, o DMV, é caríssimo, conforme pudemos conferir em outra ocasião).

Na segunda, depois de mal ter dormido, consegui horário pro final da tarde no veterinário. De táxi (7 dólares), fomos até lá. Perda de tempo. O cara mal olhou o bicho, não me deixava falar, e me disse que era pra voltar no quarta-feira e deixar o bicho lá, porque já era tarde pra fazer os exames necessários e porque no dia seguinte, terça, não tinha tempo. E que se ele piorasse era pra ir pro tal DMV, me avisando que lá é tudo mais caro. Ah, e ele ainda me mandou continuar dando o ‘remédio laranja’ pra ele, sendo que o cara nem olhou o que era. E era dipirona, remédio que, descobri depois, é banido por aqui.

Voltamos indignados pra casa. Puxa vida… Será que iríamos acabar tendo de gastar três vezes mais o preço justo do atendimento?

De noite, nem dormi, chorando com o cachorro, que gania desesperadamente só de encostar nele.

Hoje resolvi tentar outro lugar. E nossa, que sorte!

Fui parar num lugar chamado Clinique Vétérinaire Metropolitaine (7375, Mountain Sights. Fone 514-731-9442), perto da Station Namur. Atenderam o Leopoldo imediatamente, com uma atenção e cuidado que me lembraram dos médicos veterinarios maravilhosos que ele tinha no Brasil. O médico se chama Kamel Cherradi, imigrante. Na parede do consultório, o diploma em russo, o doutorado na Université de Montréal e a autorização da Ordem dos Veterinários do Québec. Fez os exames necessários ali mesmo e na hora; e explicou detalhadamente o raio-x e o exame de sangue. Uma consulta de mais de meia hora. Recomendo mesmo.

Resumo da ópera, Leopoldo teve uma forte reação alérgica alimentar, que resultou em muitas perebas e uma super irritação do trato gastro-intestinal, que ficou cheio de ar. Gases estes, aliás, que estão sendo liberados enquanto vos escrevo, queridos leitores…

Detalhes da conta:

  • consulta: 42.00
  • x-ray: 79.00
  • exame de sangue completo: 120.00
  • remedinhos pra tomar durante o jejum de 3 dias: 34.16
  • shampoo de cortizona: 47.62
  • ração molhada pra depois do jejum Prescription Diet d/d: 6.00 (2 latas por enquanto, porque vou deixar o Leopoldo escolher o sabor favorito dele :P)
  • impostos: 16.44 TPS / 25.89 TVQ

Daí teremos também de comprar a ração nova dele. Saquem o drama: sacão de 30 libras sai a 96.35 dólares…

Êta cachorro fresco… Fresco mas fofo…

domingo, agosto 9

Batismo do Leopoldo no St-Laurent

 

Hoje foi dia de piquenique, com os amigos Will e Eduardo. Um parque lindo esse onde fomos: Parc de la Promenade Bellerive. Muito verde, muita água, e umas “prainhas” que dão direto no Saint-Laurent, o rio onde “mora” a ilha Montréal. Depois do banho, podemos dizer que Leóps virou québécois…

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domingo, agosto 2

Mudança faça-você-mesmo

 

Sabe aquela mudança em que os caras chegam, colocam tudo no caminhão e descarregam depois, dando pro cliente só o trabalho do empacotar/desempacotar (que, vamos combinar, é um baita trabalhão)? No Québec, esqueça… Aqui, o negócio é juntar uma galera pra dar uma força, alugar o caminhão e fazer tudo por conta própria.

Hoje fomos ajudar na mudança da Patrícia, dona do simpático (mas brabo) Nhonho.

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O caminhão foi alugado na empresa U-Haul, e abaixo está uma amostragem dos preços. Pelo que entendi, paga-se por seis horas de uso mais a quilometragem rodada. Obviamente, o motorista deve ter carteira de habilitação…

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Apesar de todo o esforço físico (não de minha parte, foram mesmo os meninos que pegaram forte no pesado), nos divertimos demais. Aliás, esse é um dos aspectos mais interessantes que temos observado em todo o processo de adapatação aqui em terra estrangeira: o senso de solidariedade é muito grande (não posso dizer se isso é normal ou se somente temos sorte), e temos construído algumas boas amizades…

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Passeando pelo parque

 

Essa tarde fui com o Zé no Parc Mont-Royal, pra um piquenique com a turma dele de francês. O lugar é super lindo e dá pra fazer boas caminhadas. Ficamos com vontade de ter levado o Poldão…

 

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