sábado, novembro 14

Zumbis perdidos, fofuras e miolos…

 

No meio da rotina que vem se formando em nossas vidas (eu me ferrando na universidade e o Zé tentando se adaptar à vida corporativa em terras geladas), três coisas rolaram nas últimas semanas que merecem publicação.

Miolosssssss

A primeira foi uma roubada: dia 31 de outubro, Halloween. Ficamos doidos para participar da “Zombie Walk Montréal, evento em que as pessoas se vestem de zumbis e saem pela cidade.” Nos arrumamos todos, encontramos os amigos e… Cadê os zumbis? O que aconteceu foi que pegamos o mapa errado e perdemos o bonde. Vimos no máximo umas figuras bizarras pelas ruas (e estações de metrô). Destaque para o surfista prateado e a Mystique:

Visitantes ilustres

Pensem num cachorro fofo e gostoso. Pensem nele vestido de pijama. Esse é o Willy. Ele veio de Toronto com os pais, os bárbaros Jeanne e Pedro, passar uns dias (que passaram rápido demais pro nosso gosto) aqui com a gente em Montréal. Não saímos juntos porque não deu tempo, mas curtimos demais as visitas!

Mais miolos…

Fazia tempo que eu e Zé não fazíamos nada assim mais romântico, do tipo sairmos só os dois para passear. Obviamente que escolhemos como “momento a dois” uma visita à exposição “Body”, que coloca à mostra pedaços ou corpos inteiros dissecados e, trocando em miúdos (trocadilho infame), preservados graças a complexos procedimentos químicos.

O preço é de 20 dólares por adulto (estudante paga 15), mas super vale à pena. É uma exposição muito bonita e altamente instrutiva…