quinta-feira, julho 1

Mulheredo, essa é pra vocês!

 

Chewbacca Provavelmente esse é o post mais útil da vida deste blog. Com certeza, trata da melhor descoberta que fiz no Québec (mais importante que a panela de pressão, inclusive).

Seguindo a indicação de uma amiga (viva a Camila!!!), fui a um centro de beleza fazer… depilação com cera!!!!!

Sim, caras amigas, cera de verdade (apesar que essa é azulada, mas dói menos), com todas as opções a que estamos acostumadas. TODAS!

A depiladora é québécoise, se chama Amélie. O lugar se chama Essence de mieux-être e fica perto da estaçao Sherbrooke. Endereço: 3946, rue St-Denis, H2W2M2. Telefone: 514-289-1778.

Os preços da épilation à la cire variam, para o bikini, de 11,25$ a 24$, dependendo do que fizer. Mas atenção na hora de pedir o bikini brésilien, que esse aí é aquele que faz a gente virar criança de novo.

E não esqueçam de deixar o pourboire…

domingo, abril 4

Hmmmm, que cheirinho bão!!!


Acho que já disse isso aqui, mas odeio faxina. Odeio. Mas pior é casa suja. Nojo…

O paradigma aqui no nortão é bem diferente ao que estamos acostumados em Pindorama. Primeiro, não há ralo em PARTE ALGUMA da casa. Ou seja, nada de balde d’água. Segundo, esquece diarista: até tem, mas custa caro e, dizem, não fica do jeito que a gente gosta. Terceiro, pano de chão não existe como tal e a gente ou se adapta aos mops (já explico) ou improvisa. Rodo, esquece.

Em compensação, os produtos de limpeza são infinitamente melhores. E no supermercado, as opções de produtos são tão grandes que dá pra se perder. O objetivo desse post é, portanto, fazer um review dos nossos produtos “preferidos” e métodos de trabalho. Não sou profissional da área e nem testei todas as marcas, então se o querido leitor tiver alguma sugestão, não se acanhe.

ASPIRADOR DE PÓ – Não sei como vivi tanto tempo sem um. Faz um barulhão mas leva todas as poeiras embora, sem deixar nenhum tufo se escondendo na escuridão pra voltar no dia seguinte. Vassoura, nunca mais. O nosso foi herança dos amigos Roberto e Flávia. Compramos também um pequeninho sem fio, da Dirt Devil, para aspirar teclado de computador e cantinhos obscuros do lar. E para tirar aquela poeirinha de cima da TV, curti o espanador da Swiffer Duster (pelo jeito o Leopoldo também, se dou mole ele adora destruir a parada).

LIMPEZA DO CHÃO – Pro piso de tacos, usamos o Pledge Wood Floor Cleaner que, se não é o mais barato, é o mais prático. Você joga as gotinhas no caminho e esfrega com o mop. Nada de balde, nada de água. Para quem não conhece, mops são como que panos de chão fixos a um cabo (foto). A versão mais moderna (e a que usamos) tem uma base móvel a qual prendemos um material liso de tecido. É o flat mop.

NA COZINHA – Muita gente tem lavadora de louça mas nós não. Dos detergentes, compramos sempre o Palmolive. A maioria dos outros (e isso é opinião extremamente pessoal) tem um cheiro insuportável de barata. Pro forno, existe o Easy-Off Heavy Duty, imbatível. Sério, esse bagulho opera milagre (só não esqueça de usar luvas). Já para as superfícies, algo que é imperdível são os disinfecting wipes, tipo lencinhos umedecidos de bebê só que embebidos em produtos de limpeza. Aqui não tenho preferência de marca, vou no mais barato. E, finalmente, para desencardir a pia (e, em seguida, pia do banheiro) uso um negócio que parece não valer nada mas é inacreditável: o Magic Eraser Mr. Clean limpa até pensamento embaçado… Já na geladeira, depois de limpa, obviamente, colocamos esse eliminador de odores da Arm & Hammer.

NO BANHEIRO – Aqui é onde menos economizamos. Afinal, quer desgosto maior que limpar banheiro? Então que venha a tecnologia, custe o que custar…
Como não dá pra usar água pra mandar sujeira embora, qualquer produto que se use vai fazer lama. Daí um item se torna fundamental no processo é o papel-toalha. A sujeira gruda fácil e depois é só passar pros desinfetantes.
No trono, usamos três produtos. O primeiro é tipo uma barra de desinfetante (bleach tablet da Clorox) que fica no tanque d’água. Ele ajuda a mantê-lo limpo e dá uma desinfetada a cada descarga (imagino que não seja recomendável para quem tem gato). Não satisfeitos, usamos também o gel da Scrubbing Bubbles, que se gruda na parede interna da privada, isso depois de dar aquela limpada com as esponjas descartáveis da mesma marca (a moral é não precisar botar as mãozinhas nem no trono nem na esponja nojenta). A mesma Scrubbing Bubbles produz a paradinha que vai na limpeza da banheira. Pra desencardir geral, bato a tecla no Magic Eraser mencionado acima, e pro cheirinho bom de cada dia, sigo usando o spray com sensor de movimento da Glade.

ROUPAS – Saca aquelas camisas bonitas e cheias de preguinhas que você comprou sob medida? Pense beeeeeem se quer mesmo trazê-las. Porque, se passar roupa é um inferno, depois de se acostumar com os tecidos que ficam lindos só de estarem pendurados no cabide, você acaba deixando as malditas camisas lindas de lado. Um produto que ajuda bastante é o Downy Wrinkle Releaser, spray que se mete nas roupas quando saem da secadora. Daí, na hora de passar, os amarrotados (wrinkles) já foram quase todos embora. Mas veja bem, só roupa bacana ganha esse tratamento. Calça jeans e camisetas nunca mais viram um ferro de passar aqui nessa casa.
E pra lavar, temos preferido usar sabão liquido, muuuuito melhor que em pó. O que todo mundo sempre recomenda é o Tide, realmente bom, mas vale também o da Arm & Hammer, cheirozinho e bonzinho.
Na secadora vai o amaciante que é tipo um lencinho cheiroso que deixa a roupa fofa, ativado pelo calor. Já tentei várias marcas e não tive problema algum até agora. Então compro pelo preço e o aroma. Também existe o amaciante líquido pra lavadora, só que já até esqueci como se usa. Muita gente prefere não usar a secadora ou porque é comum encolher as roupas ou pra economizar.

CORTINAS, CARPETES E ACOLCHOADOS – Temos usado esse spray bactericida da Febreeze que é legal e cheiroso. Importante quando se tem cachorro deixando sua marca por tudo quanto é canto da casa…

E pra quem bebe, depois de um dia de faxina, fundamental é ter uma cervejinha gelada te esperando. Porque ninguém merece…

quarta-feira, março 31

Death and taxes

seventh-seal

Meu pai é contabilista, então nunca precisei me preocupar de verdade com os meus impostos: era só largar os papéis com ele e esquecer.

A mamata acabou e, dessa vez, precisamos nos virar com a nossa declaração. E como esse troço é chato!

O deadline é 30 de abril (pra maioria dos mortais) mas, assim como no Brasil, quanto mais cedo fizer a sua, mais rápido vem a restituição. São duas as declarações: a federal (Canada Revenue Agency) e a do Québec (Revenu Québec). Este último tem uma publicação especial para os recém-chegados à província.

A primeira declaração somente pode ser feita de forma impressa; nos próximos anos poderemos transmití-las pela web. Os formulários de ambas as declarações podem ser encontrados nas agências da Caisse Desjardins.

O que muita gente faz é comprar um software que facilita o serviço. O Quick Tax, por exemplo, faz para oito pessoas e custa 40 dólares na Future Shop. Eu cheguei a dar uma olhada nele mas, francamente, me pareceu ser bem enrolado.

Para nós a solução foi ir a uma “Clinique d’Impôt”. Eventos organizados por voluntários contabilistas ou estudantes de contabilidade, eles fazem a declaração para pessoas com baixa renda (super o caso da maioria dos imigrantes recém-chegados). São alguns critérios para ser considerado oficialmente pobre:

- ganhar no máximo 20 mil dólares/ano (pessoas sozinhas);
- ganhar no máximo 26 mil/ano (casais), com o adicional de 2 mil por criança.

Cliniques d’impôt são super populares nessa época do ano e começam a marcar os horários de atendimento no início de março. Para descobrir uma perto de você, basta dar uma busca no google contendo também o nome do seu arrondissement: costumam ser orgãos de atendimento ao imigrante, centros comunitários e CLSCs. As universidades também oferecem esse serviço, em datas fechadas e com atendimento por ordem de chegada.

Quanto mais organizada a papelada estiver, mais rápido é. O que você precisa levar:

# os relevés de revenu (não necessariamente você receberá todos, é obvio) e quem os emite:
- relevé 1 – pelo empregador;
- relevé 2 – pela instituição financeira;
- relevé 4 – pelo proprietário do imóvel (aluguel);
- relevé 8 – pelo estabelecimento de ensino pós-secundário;
- relevé 24 – pela garderie.

# o número do NAS;
# todas as despesas com médicos e medicamentos;
# tickets de transporte (só valem os bilhetes mensais e semanais);
# comprovantes de gastos com cursos (por exemplo, cursos de extensão que não aparecem em relevé algum);
# recibos de livros (se você for estudante).

Obviamente todas essas informações devem ser sempre conferidas através de consultas aos órgãos competentes (e às correções/comentários postados aqui pelos amados leitores). Afinal, de certo nessa vida, só mesmo a morte e os impostos…

segunda-feira, março 15

Poutine !



Batata-frita, queijo e molho barbecue (não tem carne mas só o cheiro de fumaça) num baldinho. Assim é a poutine, prato tipicamente québécois, altamente calórico (alguém duvida?) e vendido em quase toda restaurante (até lanchonete universitária).







Essa poutine que vocês estão vendo foi devorada em uma loja da rede Frite Alors!. Com refrigerante, a orgia de carboidratos sai a 9 dólares.





Segundo meu mais novo livrinho “Le parler québécois pour les nuls”, a poutine data dos anos 50 e nasceu na região central do Québec, por conta dos produtores que utilizavam o prato para demonstrar a qualidade do queijinho cheddar em grãos (o qual não tem absolutamente nada a ver com o cheddar que a gente come no McDonalds no Brasil).

E por ser servida habitualmente como entrada, é muito comum a gente ouvir em começo de aula ou de reunião alguém falar "poutine!", ou seja, observações que nada têm a ver com o tema principal a ser discutido.


Pizza cômica

Para continuar na linha junk food, demos muita risada da embalagem dessa pizza.

Junto com o sabor da pizza, em letras garrafais, lê-se que o produto precisa ir ao forno, ou seja, precisa ser cozido. Aí a gente pensa: bicho, deve ter tido muito mané ligando pra reclamar da pizza ainda congelada…

Cada uma que a gente vê nesse mundo…




obs.: Alterei a foto no dia 6 de abril para facilitar a leitura. My bad: tava super ruim a imagem.

quarta-feira, março 10

Le fun à Montréal, ou como encontrar a falência certa

Quem curte rock n’roll e pretende juntar bastante dinheiro na experiência canadense, talvez faça bem em se manter longe dos grandes centros. A quantidade de shows imperdíveis é um tanto quanto exagerada...

Em 2009 não curtimos muito os eventos. Enquanto só víamos nossas economias irem embora, nem ficávamos à caça do que fazer... O único show ao qual fomos foi o do Stevie Wonder, no Jazz Festival, gratuito, lotado, difícil de ver qualquer coisa....

Mas esse ano, Zé assalariado e eu com minha bolsa-escola, oh my, ta difícil é de fazer economia. Já rolou Eric Clapton com Jeff Beck, fantástico, loucura; e a Orquestra Buena Vista Social Club, lindo lindo de morrer, incluindo três dos velhinhos do filme do Win Wenders. O primeiro foi no Centre Bell e o segundo no Place des Arts (Salle Wilfrid-Pelletier): nos dois compramos os bilhetes mais baratos (e mais distantes do palco), mas não foi nada comprometedor não, da pra ser feliz igual e ter uma boa visão do evento.

Esse ano vou ainda ver a turnê 360° do U2. E mais shows estão pintando, muitos com a bilheteria ainda não aberta:

Emerson & Lake: 13 de abril
Simon & Garfunkel: 15 de maio
Laurie Anderson, Lou Reed & John Zorn (no Jazz Festival): 2 de julho
Iron Maiden: 07 de julho
Megadeth e Alice Cooper, entre outros, no festival Heavy MTL, 24 e 25 de julho

segunda-feira, fevereiro 22

Bom pra cachorro

É incrível a quantidade de e-mails que recebo de gente curiosa por saber como proteger a pata do bichinho no inverno, quando chegarem por aqui.

Como contamos em post anterior, logo de cara compramos umas botinhas bem bacanas pro Leopoldo. Elas foram necessárias por um bom tempo, mas nesse segundo inverno começamos a fazer as coisas um pouquinho diferente.

Vimos que os cães “nativos” saem super numa boa sem botas, isso em temperaturas bem extremas. Tentamos então, aos poucos e com muito cuidado, ver ate onde ele agüentaria confortavelmente. Resultado: hoje, até mais ou menos uma temperatura negativa em 10 graus, ele segura a onda tranquilamente sem botas.

Mas não é só o frio que ameaça o bicho. O grande problema são os produtos usados pra derreter a neve: grudados na pata, se o cachorro os lambe, pode morrer de envenenamento. Várias pessoas e vários pet shops (em frances, animaleries) me indicaram um produto québécois, o Bag Balm. Trata-se de uma pomada que, aplicada nas patas, impede infecções em caso de machucados e, de quebra, gruda na imundície da rua, facilitando a limpeza no retorno do passeio (chegando em casa, limpo a sujeira com lencinhos umedecidos de bebe). O preço fica em torno de 15 dólares.

Um brinquedo muito legal

multipetEsse eu recomendo mesmo pros cachorreiros: quando Jeanne e Pedro nos visitaram, trouxeram de presente pro Poldo uma vaca falante de pelúcia da marca Multipet. Juro que, depois de garrafa pet, esse é o brinquedo que o cachorro mais adorou em todos os tempos.

Depois do falecimento da vaca, meses depois, comprei um outro pelo e-bay, dessa vez um lindo demoninho, com tridente e tudo, que Leopoldo curtiu, mas não tanto, porque esse não fala nada (a gente esperava ao menos umas risadas diabólicas)...

Se alguém souber onde encontrar produtos Multipet em Montreal, me avise, por favor. Procurei em vários locais mas so achei na internet mesmo....

terça-feira, fevereiro 9

Onde acho melissinha com pochete?

Quando era adolescente no Rio de Janeiro, a onda era roubar cabelo das meninas. Eu, linda, jovem, com os cabelos virgens e longos, era um atrativo. O que fazíamos, eu e as colegas, era enrolar as madeixas em coque pra nao facilitar. Uma outra vez, tambem no Rio, meu pai chegou em casa com a metade do salário. Teve sorte : os bandidos toparam dividir com ele a grana do assalto.

Depois de nos cansarmos dessa vida ridícula de nao poder andar de bolsa, de ter de carregar no bolso um dinheirinho pro ladrão, fomos para Campo Grande, MS. Lá era bem mais calmo, mas muito longe da paz e sossego desejados. Estouraram meu carro pra pegar o rádio. Depois, estouraram o do Zé, e lá se foi outro aparelho de som. Para o nosso terceiro, um Pioneer bonitão, a saída foi produzir um disfarce. O Zé pegou a carcaça de um toca-fitas velho, cortou a frente, pôs uns velcros e, num passe de mágica, o rádio bonzão virava uma coisinha digna de pena. E ficamos nos sentindo os espertos, enganadores de ladrão...

Na partida pro Canada, evitamos divulgar até os derradeiros dias que estávamos indo pro exterior. O receio maior era a informação chegar em ouvidos de malfeitores que calculassem que “esses manés” teriam dólares para serem roubados.

Aqui em Montreal, ontem, fui vítima de furto. Foi tudo muito rápido e ninguém viu nada, nem o segurança imbecil na minha frente. Numa loja pequena, deixei minha mochila pesada no meu pé. Dei uns três passos pra pegar uma outra coisa, fiz uma pergunta pro vendedor e, quando me virei, a mochila nao estava mais lá. O lado bom foi que, antes de sair, tirei o notebook da bolsa, alem de ter esquecido de pegar o ipod. O lado ruim/péssimo é que estava voltando do último dia da gravação de um filme, e o cartão de memória com todo o áudio tava lá.

Sim, chamei a policia e tudo mais. Meus documentos foram encontrados horas depois e, de importante, só se foi o cartão de memória mesmo. Preparei um cartaz e pus na redondeza: recompensa de 30 dólares pra quem encontrá-lo. Enquanto copiava meus panfletos, uma senhora comentou que o filho dela teve a janela do carro quebrada no centro de Montreal e levaram tudo de dentro: eletrônicos, cds, etc. Segundo ela, foi culpa do rapaz: isso era para aprender a não deixar coisas de valor no carro.

O pior de tudo é perceber que a cultura da violência esta em formação por aqui, ou seja, a cultura em que o primeiro suspeito e culpado por qualquer ato de violência é a vitima. Por exemplo: juro que vou mandar tomar no c*@#$ o próximo que me recomendar tomar mais cuidado com as minhas coisas. Pergunto: sera que tenho de fazer como no Rio, somente sair de pochete, com meus pertences literalmente amarrados a mim? Me recuso a tomar no ombro a culpa que pertence aos dois malditos e infelizes cretinos que me roubaram.

Outro exemplo: a ex-esposa de um grande amigo nosso foi assaltada (não roubada como eu; assaltada mesmo) em uma estação de metrô no centro da cidade, aqui mesmo, em Montreal. Nao suficiente, apanhou dos imbecis da gangue, que machucaram rosto, corpo e alma, tudo de uma vez só. Contando o caso pros conhecidos, nao consigo quantificar quantas pessoas me perguntaram: “mas era de noite?”, “mas ela reagiu?”, “mas ela tava vestida com coisas de luxo?”. Nisso tudo está implícito um perverso julgamento: o de ela somente poderia ter sido vítima do seu descuido, da sua desatenção; a idéia de que a violência existe porque nós, manés, permitimos que ela nos atinja.

É a cultura da esperteza que chega ao norte: se voce não for esperto, automaticamente passa a ser um manezão. E daqui a pouco, só um mané vai ter janelas sem grade; só um mané pra deixar os filhos irem pra escola sozinhos; só uma mané vai andar desacompanhada pelas ruas da cidade, “dando mole”, como diz o povo. É a mesma logica que põe a culpa do estupro na mini-saia da menina.

E a pergunta de uma milhão de dólares fica: e daqui eu vou pra onde?

sexta-feira, janeiro 8

Serviço ao consumidor

Hoje me deparei com algo bastante útil. Estava a procurar academias de ginástica aqui perto de casa e, com os nomes, foi atrás da opinião dos consumidores (sempre é legal ver o que as pessoas comentam nos fóruns). Dai descobri o Office de la Protection du Consommateur - Québec.
No site deles dá para entrar com o nome da empresa e ver se alguém já fez alguma reclamação oficial contra ela.
Quem quiser se exercitar, pode entrar com o nome da academia que estava pesquisando, a Femme Fitness. Logo dá pra ver que não são flor que se cheire...

segunda-feira, janeiro 4

Utilidade publica (pra mulherada)

Hoje enchi o saco das minhas sobrancelhas taturanas (ai, saudades da Vivi!) e me enfiei num salão indiano que tem aqui perto de casa. E o medo de sair de la com duas virgulas estampadas na cara?

Ficou ótimo e foi bem baratinho: 3 dólares + tip.
Como o que é bom a gente recomenda, olha ai o endereço:
Salon Ami
6715 Darlington, Montréal, H3S 2J7
Fone: 514-731-0425
E eles têm um site com lista de serviços e preços: http://www.salonami.ca/

sábado, janeiro 2

Imagens do inverno...

sexta-feira, janeiro 1

Cinemateca de primeira

Para comemorar o fim da minha primeira sessão na Université (quando as notas saírem, conto como fui), me dei de presente o passe anual da Cinémathèque Québécoise. Custa 99 dólares e, com ele, você pode assistir quantos filmes aguentar.

Pelos meus cálculos, agora em janeiro meu cartão já se paga (entrada de estudante custa 6$/filme): vai acontecer nos próximos dois meses uma mostra especial de todos os filmes do Glauber Rocha. Todos, todinhos. Coisa que no Brasil - que dirá em Campo Grande - eu não veria jamais. A delicia é que a Cinemateca somente exibe filmes em seus formatos originais. Isso quer dizer Glauber Rocha em película, nada de projeção coletiva de DVD...

Vale conferir a programação, disponível online, com cuidado. Em janeiro também tem, por exemplo, Fort Apache e Singing in the Rain... Outra coisa bem bacana são os especiais cinema-mudo, às sextas-feiras: acompanhamento de piano ao vivo (às vezes rola orquestra). Tal qual era bem antigamente...